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	<title>NeoAgro Consultoria</title>
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	<description>Site de consultoria do agro</description>
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	<title>NeoAgro Consultoria</title>
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		<title>Os princípios fundamentais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciano Vacari]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 13:45:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A fé pública é um pilar invisível que sustenta a confiança nas instituições e nos atos do Estado. É a crença coletiva de que os procedimentos oficiais são legítimos, verídicos e realizados com integridade, onde, no coração dessa confiança, atuam dois princípios fundamentais: a boa-fé, que pressupõe honestidade e lealdade nas relações, e a presunção&#8230;&#160;<a href="https://neoagroconsultoria.com.br/os-principios-fundamentais/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Os princípios fundamentais</span></a></p>
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<p>A fé pública é um pilar invisível que sustenta a confiança nas instituições e nos atos do Estado. É a crença coletiva de que os procedimentos oficiais são legítimos, verídicos e realizados com integridade, onde, no coração dessa confiança, atuam dois princípios fundamentais: a boa-fé, que pressupõe honestidade e lealdade nas relações, e a presunção de inocência, que assegura que ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de uma sentença condenatória.</p>



<p>Em um ambiente ideal, guiado pela boa-fé objetiva, o servidor público parte da premissa de que a requisição é legítima, buscando enxergar o direito por trás da formalidade. Contudo, os milhares de processos, a falta de recursos adequados e uma estrutura ineficiente levam a uma leitura fria e burocrática, onde a exceção vira regra e o indeferimento, um caminho mais seguro e rápido para se livrar do problema.</p>



<p>Mas essa postura defensiva não é um defeito de caráter individual, e sim um sintoma de um Estado ultrapassado, lento e de processos ineficientes, afinal, muitas de nossas normas e fluxos de trabalho foram concebidos em uma era analógica, incapazes de dar respostas ágeis a uma sociedade digital e dinâmica. Por outro lado, o cidadão, que vive na velocidade da internet, esbarra em um aparato que ainda depende de papéis, carimbos, prazos e deslocamentos físicos desnecessários.</p>



<p>Em resumo, a ineficiência gera atrasos, os atrasos geram frustração e descrença; e a descrença corrói a própria fé pública que o sistema deveria encarnar. A demora injustificada na análise de um processo ou na concessão de um direito básico é, em si, uma violação da boa-fé, pois desrespeita o tempo, a dignidade e a expectativa legítima da pessoa.</p>



<p>E para piorar, por trás dos processos obsoletos, operam sistemas de tecnologia defasados, com interfaces confusas, quedas constantes, incompatibilidade entre bancos de dados e falta de integração entre os departamentos são a realidade diária, gerando servidores exaustos física, mental e emocionalmente, fazendo com que não exerçam a discricionariedade técnica com a sensibilidade e o cuidado que a boa-fé exige. Como esperar que um profissional no limite de sua resistência seja o guardião empático dos princípios da inocência presumida e da lealdade regulatória?</p>



<p>Diante deste cenário complexo, conclui-se que a erosão da fé pública não é uma falha abstrata, mas um resultado direto e previsível do colapso operacional do Estado. A busca por motivos para indeferir um pedido está longe de ser mera rigidez legal, é o sintoma de um sistema que perdeu sua capacidade de funcionar como indutor de crescimento e guardião segurança jurídica, por sua vez, a estrutura arcaica, os processos emperrados, a tecnologia deficiente e a exaustão humana formam um círculo vicioso que prejudica a todos: o cidadão que vê seu direito adiado, o servidor que não encontra realização em seu trabalho, as empresas que sofrem com a imprevisibilidade e o próprio Estado, que vê sua legitimidade se esvair.</p>



<p>Reverter esse cenário exige mais do que ajustes pontuais. É necessária uma revolução de gestão e de cultura, que coloque a eficiência a serviço da humanização. Investir em sistemas integrados e intuitivos, redesenhar processos com foco no produto, oferecer condições dignas de trabalho e formação continuada aos servidores são passos urgentes.</p>



<p>Só assim a máquina estatal poderá realinhar-se com sua missão primordial, a não de criar obstáculos, mas de facilitar, com presteza e respeito, a concretização dos direitos, restaurando, dia após dia, a confiança que chamamos de fé pública. Afinal, um sistema que presume a inocência e opera com boa-fé deve começar presumindo a boa-fé de quem a ele recorre e o inocente da culpa de sua própria ineficiência.</p>



<p>*Luciano Vacari é gestor de agronegócios e CEO da NeoAgro Consultoria</p>
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		<title>É de interesse do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciano Vacari]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 14:31:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os bioinsumos são produtos e processos de origem biológica como microrganismos, macroorganismos, extratos vegetais e biofertilizantes utilizados para nutrir plantas, controlar pragas e doenças e melhorar a qualidade do solo. Eles não são uma simples alternativa, mas o resultado de anos de pesquisa científica, inovação tecnológica e investimentos robustos. O que os torna tão especiais&#8230;&#160;<a href="https://neoagroconsultoria.com.br/e-de-interesse-do-brasil/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">É de interesse do Brasil</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os bioinsumos são produtos e processos de origem biológica como microrganismos, macroorganismos, extratos vegetais e biofertilizantes utilizados para nutrir plantas, controlar pragas e doenças e melhorar a qualidade do solo. Eles não são uma simples alternativa, mas o resultado de anos de pesquisa científica, inovação tecnológica e investimentos robustos. O que os torna tão especiais é a combinação rara de eficiência agronômica e excelente custo-benefício, um binômio que sempre foi o Santo Graal para produtores rurais.</p>



<p>Vamos imaginar um campo fértil, vibrante de vida, onde a produção de alimentos acontece em harmonia com a natureza, com custos mais baixos e menos dependência de produtos químicos. Pode parecer um cenário idealista, mas ele está mais próximo da nossa realidade do que nunca, e esse futuro promissor tem um nome, os bioinsumos. Mais do que uma tendência, eles representam uma verdadeira revolução na forma como produzir no campo, e o Brasil está dando passos decisivos para se consolidar como líder global nessa nova fronteira agrícola.</p>



<p>Eles atuam de forma integrada ao ecossistema, os inoculantes bacterianos, por exemplo, fixam nitrogênio do ar diretamente nas raízes das plantas, reduzindo drasticamente a necessidade de fertilizantes nitrogenados sintéticos, cujo custo e volatilidade no mercado são grandes desafios. Fungos e bactérias benéficas atuam como agentes de biocontrole, protegendo as lavouras de pragas e doenças de forma específica, sem os impactos ambientais colaterais e a resistência gerada por alguns defensivos químicos tradicionais.</p>



<p>Além disso, ao promover a saúde do solo e das plantas, os bioinsumos aumentam a resiliência das culturas, podendo elevar a produtividade a longo prazo. É uma mudança de paradigma: de um modelo de correção, que trata problemas, para um modelo de construção, que fortalece a planta e o solo para prevenir desequilíbrios.</p>



<p>Eles simbolizam a maturidade de um setor que busca conciliar produtividade recorde com responsabilidade ambiental e econômica. A lei sancionada e o trabalho em curso para sua regulamentação são os alicerces que permitirão ao Brasil colher os frutos dessa nova era, um campo mais forte, uma produção mais limpa e uma nação na vanguarda da agricultura do século XXI.</p>



<p>E esse reconhecimento do potencial estratégico dos bioinsumos para o agronegócio brasileiro ganhou um marco histórico com a sanção da Lei 15.070/2024, que não apenas valida a importância do setor, mas cria um caminho seguro para seu crescimento ordenado. A lei estabelece definições claras, diretrizes para pesquisa, produção, registro e comercialização, oferecendo a segurança jurídica que empresas e investidores tanto demandavam. Mas para garantir que a lei seja implementada de forma eficaz e prática é preciso a sua regulamentação.</p>



<p>Este é o momento em que a revolução técnica se encontra com a construção política, onde recentemente, mais de 30 entidades representativas do setor, de produtores à indústria, construíram uma proposta justamente para subsidiar a regulamentação do tema, baseados na ciência e no diálogo institucional.</p>



<p>É um movimento silencioso em prol da aprovação de uma regulamentação inteligente e moderna.</p>



<p>É um movimento que envolve desde o pequeno produtor familiar, que busca autonomia e redução de custos, até as grandes corporações do agronegócio, que enxergam a sustentabilidade como vetor de competitividade no mercado internacional, e é claro, sua regulamentação agrada e incomoda muita gente, mas acima de tudo o tema é de interesse do Brasil!</p>



<p>Saem os técnicos, entram os políticos, e que Deus nos ajude.</p>



<p>*Luciano Vacari é gestor de agronegócios e CEO da NeoAgro Consultoria</p>
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		<title>Saúde Única</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciano Vacari]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 15:18:17 +0000</pubDate>
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<p>Vivemos em um mundo conectado, onde o que acontece em pasto do interior do Brasil pode ter um impacto direto num supermercado em Lisboa ou em um restaurante em Berlim. E é nesse cenário que a relação entre a produção de carne bovina e o mercado europeu ganha uma importância gigante. Não é só sobre vender um produto, mas é sobre construir uma ponte de confiança onde cada bife que chega ao prato do consumidor europeu carrega consigo uma história de qualidade, segurança e responsabilidade. E essa história começa muito antes do navio atracar no porto.</p>



<p>O mercado europeu não é um comprador qualquer, é um dos mais exigentes e valiosos do planeta, e ter acesso a esse mercado significa muito mais do que um bom preço de venda. Significa reconhecimento. É um selo de qualidade que abre portas no mundo todo. Mas essa porta só se mantém aberta com um trabalho contínuo e meticuloso, afinal o consumidor europeu valoriza, acima de tudo, a segurança. Ele quer saber de onde vem a comida, como o animal foi criado, o que comeu e como todo o processo foi monitorado. É aí que entra o conceito de valor agregado. Não basta mais oferecer apenas a proteína animal, é preciso oferecer a garantia, a rastreabilidade e a sustentabilidade que vêm junto com ela.</p>



<p>A União Europeia tem regras rígidas, e com razão. Doenças não respeitam fronteiras, e um surto em um rebanho aqui pode ter consequências econômicas e de saúde pública lá. Por isso, o trabalho dos órgãos de inspeção e dos produtores é fundamental. É um esforço diário para garantir que os protocolos sejam seguidos à risca, já que é o que assegura a qualidade do produto e a confiança do mercado. Quando um país demonstra que tem um sistema de controle sanitário robusto e confiável, ele se torna um parceiro estratégico, não apenas um fornecedor.</p>



<p>Para o velho continente o controle sanitário se conecta com uma visão mais ampla, que é a da Saúde Única. Esse conceito entende que a saúde humana, a saúde animal e a saúde do meio ambiente estão totalmente interligadas. Uma fazenda que cuida bem de seus animais, que mantém o pasto em equilíbrio e que usa recursos de forma sustentável, está contribuindo para um ecossistema mais saudável. E um ecossistema saudável é a base para animais saudáveis, que por sua vez resultam em alimentos mais seguros para as pessoas, ou seja, a produção de carne bovina alinhada com a Saúde Única não é só uma exigência do mercado europeu é o futuro da produção de alimentos no mundo.</p>



<p>E como provar tudo isso? A resposta está na rastreabilidade. Qual foi sua origem, quais medicamentos recebeu, por quais propriedades passou.</p>



<p>Essa transparência total é o que dá concretude ao valor agregado. Para o importador europeu, um código num sistema pode revelar um universo de informações que garantem a procedência. Para o consumidor final, mesmo que ele não acesse todos os detalhes, saber que esse sistema existe traz uma tranquilidade imensa.</p>



<p>Manter essa relação forte com a União Europeia é um exercício constante de evolução. Exige investimento em tecnologia, capacitação de pessoas e um compromisso inabalável com a excelência, onde cada elo, do produtor rural ao transportador, do frigorífico ao exportador, precisa entender seu papel nessa grande engrenagem.</p>



<p>O mercado europeu recompensa esse esforço com lealdade e valor. E o Brasil tem todas as condições de se tornar uma referência global nesse modelo de produção com pessoas saudáveis, animais saudáveis e ecossistemas saudáveis.</p>



<p>No fim das contas, é uma parceria que beneficia a todos: o produtor, que vende seu trabalho a preços justos; o consumidor, que tem acesso a um alimento seguro; e o planeta, que vê seus recursos serem usados de forma mais inteligente e harmoniosa.</p>



<p>*Luciano Vacari é gestor de agronegócios e CEO da NeoAgro Consultoria</p>
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		<title>A liga da justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciano Vacari]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 14:40:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1960 a DC COMICS, uma das maiores e mais antigas editoras de histórias em quadrinhos do mundo, lançou a liga da justiça, o que se tornaria um sucesso mundial entre os leitores. Personagens como o Flash, o Lanterna Verde e o Aquaman, travavam uma luta eterna com os mais destemidos vilões do universo, como&#8230;&#160;<a href="https://neoagroconsultoria.com.br/a-liga-da-justica/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">A liga da justiça</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 1960 a <em>DC COMICS</em>, uma das maiores e mais antigas editoras de histórias em quadrinhos do mundo, lançou a liga da justiça, o que se tornaria um sucesso mundial entre os leitores. Personagens como o Flash, o Lanterna Verde e o Aquaman, travavam uma luta eterna com os mais destemidos vilões do universo, como o Coringa e o chefe da legião do mal, Lex Luthor.</p>



<p>Os heróis e vilões são outros, mas passados quase 70 anos, o mundo ainda vive uma constante batalha em busca de poder, mas dessa vez é o poder econômico.</p>



<p>Vamos falar sobre um negócio que move bilhões: a carne bovina. E não é qualquer carne, mas aquela que tem destino certo para a mesa de um gigante: a China, onde o país se consolidou, há alguns anos, como o maior comprador mundial do produto, um título que muda toda a dinâmica do mercado global. São bilhões de dólares em carne cruzando os oceanos, onde a China, com sua população enorme e crescente poder de consumo, não pode dar chance ao azar e qualquer erro na rota ou na estratégia pode gerar um tremendo prejuízo econômico. É aí que as salvaguardas entram.</p>



<p>No final de 2025 os chineses anunciaram que vão controlar os volumes de carne bovina importado, na forma de cotas, e fez uma distribuição entre os seus principais fornecedores, cabendo ao Brasil um volume total de 1 milhão e 100 mil toneladas. Caso esse volume seja atingido, incidirá sobre o excedente uma sobretaxa de 55%.</p>



<p>Pronto, mais do que depressa houve um chamado para uma reunião da liga da justiça!</p>



<p>O encontro, que aconteceu no início de janeiro, tratou exclusivamente de um ponto, como vamos dividir a cota que a China impôs ao país, sem comprometer a segurança planetária, ou seja, o grande negócio que é a exportação de carne bovina.</p>



<p>Entre gritos e ameaças, chegaram a um termo, mas porém, como sempre tem um porém, os excluídos não gostaram da divisão, e uma nuvem negra surgiu no horizonte quando alguém perguntou, mas isso é legal? E não precisa ser nenhum super herói para saber que isso é uma prática bem conhecida no mundo dos negócios, o cartel.</p>



<p>O assunto, lógico, chegou rapidamente ao conhecimento das autoridades, que diante do quilate dos envolvidos, busca incessantemente encontrar uma solução. Mas cá entre nós, isso seria necessário?</p>



<p>Qualquer solução apresentada passa diretamente por uma clara intervenção na lógica do livre comércio, afinal, um ato oficial que traga limites para o comércio é uma intervenção. Ainda mais quando, neste caso específico, a China deixou claro que a imposição da cota é dela, e a gestão da cota também é dela, ou seja, não resta muita coisa para o Brasil fazer.</p>



<p>Algum iluminado até poderia sugerir algo parecido com a cota Hilton, ou usar como referência os volumes exportados por cada planta exportadora no ano de 2025, mas isso só teria efeito dentro dos limites nacionais, afinal, a gestão da cota é da China.</p>



<p>Mas qual o problema disso tudo? O grande problema é que a China, se valendo da sua importância no mercado mundial, impôs unilateralmente medidas que sim, afetarão os exportadores, e cabe justamente aos exportadores, encontrar medidas, métricas e soluções que contemplem a manutenção rentável do negócio.</p>



<p>Simples assim, de maneira transparente e legal.</p>



<p>*Luciano Vacari é gestor de agronegócios e CEO da NeoAgro Consultoria.</p>
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		<title>Qual é a pauta?</title>
		<link>https://neoagroconsultoria.com.br/qual-e-a-pauta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciano Vacari]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 14:58:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mês de janeiro já está praticamente no fim, e poucos se atentaram a um ponto extremamente importante para o futuro do país, qual será a pauta que movimentará os poderes da república, e consequentemente trará impactos para todo e qualquer cidadão brasileiro. Aliás, o ano de 2026 tem lá suas particularidades que só acontecem&#8230;&#160;<a href="https://neoagroconsultoria.com.br/qual-e-a-pauta/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Qual é a pauta?</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mês de janeiro já está praticamente no fim, e poucos se atentaram a um ponto extremamente importante para o futuro do país, qual será a pauta que movimentará os poderes da república, e consequentemente trará impactos para todo e qualquer cidadão brasileiro. Aliás, o ano de 2026 tem lá suas particularidades que só acontecem a cada 4 anos, como, eleições gerais se para descontrair, ainda teremos a copa do mundo de futebol, sob a arbitragem do presidente Donald Trump.</p>



<p>Mas por que a pauta é tão importante? Porque é ela que move a república. A pauta faz com que os diversos poderes e as mais diversas lideranças, políticas ou institucionais, se articulem, conversem, negociem. E é esse movimento que move o Brasil, a negociação, ou se preferirem, a boa e velha política, a mais pura e eficaz ferramenta de transformação social.</p>



<p>Mas afinal, qual é a pauta? Que tal a reforma administrativa ou a reforma política?</p>



<p>E para o setor que move a economia nacional, o glorioso agronegócio, será que em 2026 vamos tratar do PRONARA – Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos, um programa do governo brasileiro, instituído em 2025, que visa diminuir o uso de agrotóxicos na agricultura? Ou quem sabe discutir de forma séria a LPC – Lei de Proteção de Cultivares, que trará segurança jurídica tanto para quem investe em biotecnologia para o campo quanto para os agricultores?</p>



<p>Podemos sugerir inúmeras outras pautas, como a publicação do decreto que regulamenta a Lei dos Bioinsumos, ou a implementação do PNIB, o Programa Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos, ou até mesmo propor a atualização do Estatuto da Terra, e quem sabe, discutir tecnicamente, com base na ciência e no <em>codex alimentarius</em> e, principalmente sem paixões, os LMRs – Limites Máximos de Resíduos. Ou seja, para o setor produtivo brasileiro, problemas não faltam, mas pelo visto, faltam pautas!</p>



<p>Como vimos, temos muito o que fazer para melhorar o Brasil e a vida dos brasileiros, e um bom começo é focarmos em propostas, usar o tempo que nos resta para construir ao invés de sabotar o próprio Brasil. Estamos no fim de janeiro, e até o mês de março passaremos pelo carnaval em um modo quase parando, porque o orçamento da união ainda estará fechado.</p>



<p>Para piorar, muitos dos ministros deixarão seus cargos no final de abril para estarem aptos a disputar as eleições, ou seja, existe uma insegurança gigantesca da equipe de quem fica e quem sai, sobretudo dos cargos de chefia. Depois vêm as convenções, a eleição, a comemoração de quem ganhou e o lamento de quem perdeu. Pronto chegamos ao final de 2026.</p>



<p>E quem perde? Certamente o cidadão brasileiro!</p>



<p>Os desafios são muitos. As dificuldades igualmente! Mas o caminho pode ser muito mais fácil se tivermos foco nas propostas e sabedoria para construir o consenso. Fazer chegar ao cidadão as políticas públicas essenciais para seu negócio e sua prosperidade. Se juntos já é difícil, imagina no cada um para si Deus para todos?</p>



<p>O sucesso deste país passa diretamente pela praça dos 3 poderes, pelas instituições representativas, institutos e associações, mas precisamos de planejamento, diálogo e sobretudo, sabermos claramente qual é a pauta, se é que queremos uma.</p>



<p>*Luciano Vacari é gestor de agronegócios e CEO da NeoAgro Consultoria.</p>
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		<title>Os primeiros frutos</title>
		<link>https://neoagroconsultoria.com.br/os-primeiros-frutos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciano Vacari]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 13:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Luciano Vacari]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num cenário de constante evolução, o setor de proteína animal no Brasil se vê diante de um desafio fascinante: como equilibrar a agilidade operacional com a garantia de qualidade e segurança dos produtos que chegam à nossa mesa? A resposta parece residir em uma combinação inteligente de modernização, flexibilidade, controle e inovação regulatória, sempre com&#8230;&#160;<a href="https://neoagroconsultoria.com.br/os-primeiros-frutos/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Os primeiros frutos</span></a></p>
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<p>Num cenário de constante evolução, o setor de proteína animal no Brasil se vê diante de um desafio fascinante: como equilibrar a agilidade operacional com a garantia de qualidade e segurança dos produtos que chegam à nossa mesa? A resposta parece residir em uma combinação inteligente de modernização, flexibilidade, controle e inovação regulatória, sempre com o consumidor como foco principal.</p>



<p>A busca por maior agilidade nas linhas de abate não é apenas uma questão de produtividade, mas de sustentabilidade. Processos mais eficientes significam menor desperdício, melhor aproveitamento dos recursos e, consequentemente, produtos mais acessíveis. A modernização tecnológica permite que as indústrias operem com maior precisão e velocidade, sem abrir mão dos rigorosos padrões de qualidade. Imagine linhas de produção onde a tecnologia auxilia em cada etapa, desde o manejo adequado dos animais até o processamento final, assegurando que cada produto atenda às expectativas dos consumidores mais exigentes.</p>



<p>Falando em modernização, não podemos ignorar a necessidade de atualizar nossa legislação. As leis que regulamentam o setor precisam acompanhar o ritmo das inovações tecnológicas e das novas práticas de mercado. Uma legislação moderna não é sinônimo de menos rigor, mas de mais inteligência. Ela deve estabelecer parâmetros claros, baseados em evidências científicas, que permitam às empresas inovarem enquanto mantêm o compromisso com a segurança alimentar. Essa atualização legal cria um ambiente mais previsível e favorável aos investimentos, beneficiando toda a cadeia produtiva.</p>



<p>E aqui temos um exemplo claro da lei 14.515 de 2022, a lei do autocontrole, que estabelece que agentes privados do setor agropecuário são responsáveis por implementar programas próprios de controle de qualidade e segurança, o resultado? Uma fiscalização moderna, um Estado eficiente, um produtor responsável, e qualidade na mesa do consumidor.</p>



<p>Mas como garantir que todas essas mudanças resultem em produtos de qualidade superior? Aí entra o conceito do autocontrole, uma abordagem que transfere parte da responsabilidade pela garantia da qualidade para as próprias empresas. Longe de ser uma diminuição da fiscalização, o autocontrole representa uma evolução: as indústrias implementam sistemas robustos de monitoramento e controle em tempo real, assumindo a responsabilidade pela qualidade de seus produtos. Essa mudança de paradigma exige maturidade empresarial e compromisso com a excelência.</p>



<p>Nesse contexto, a possibilidade da terceirização de alguns serviços específicos surge como uma ferramenta interessante. Quando bem regulamentada e supervisionada, a terceirização pode trazer especialização e eficiência para processos específicos, permitindo que cada empresa foque em sua atividade principal, produzir com qualidade.</p>



<p>É exatamente o que fala a portaria MAPA 861 de 13 de novembro de 2025, que regulamenta o credenciamento de pessoas jurídicas para a prestação de serviços técnicos ou operacionais de apoio à inspeção ante mortem e post mortem de animais destinados ao abate, mantendo o poder de fiscalização aos auditores federais, poder que continua absolutamente essencial e inegociável.</p>



<p>São os primeiros frutos da lei do autocontrole. O equilíbrio entre agilidade, modernização, flexibilidade operacional, controle rigoroso e qualidade assegurada, sempre sob o olhar atento do poder público.</p>



<p>*Luciano Vacari é gestor de agronegócios e CEO da NeoAgro Consultoria.</p>
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		<title>Um ambiente imprevisível</title>
		<link>https://neoagroconsultoria.com.br/um-ambiente-imprevisivel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciano Vacari]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2025 13:56:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[capa]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Vacari]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num mundo empresarial repleto de incertezas e mudanças aceleradas, a previsibilidade surge como um verdadeiro farol, guiando empreendedores e investidores em direção a um futuro mais seguro e próspero. Imagine abrir um negócio sem saber quais serão as regras amanhã, os custos do mês que vem ou a estabilidade jurídica do seu investimento. Seria como&#8230;&#160;<a href="https://neoagroconsultoria.com.br/um-ambiente-imprevisivel/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Um ambiente imprevisível</span></a></p>
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<p>Num mundo empresarial repleto de incertezas e mudanças aceleradas, a previsibilidade surge como um verdadeiro farol, guiando empreendedores e investidores em direção a um futuro mais seguro e próspero. Imagine abrir um negócio sem saber quais serão as regras amanhã, os custos do mês que vem ou a estabilidade jurídica do seu investimento. Seria como navegar em um oceano tempestuoso sem bússola ou mapa. É por isso que a previsibilidade não é apenas um conceito desejável, ela é absolutamente essencial para a saúde e o crescimento de qualquer empresa, independentemente do seu tamanho ou segmento.</p>



<p>Em primeiro lugar, a previsibilidade é a base para o investimento correto. Quando um empresário consegue projetar com certa confiança os cenários futuros, ele pode alocar seus recursos de forma mais inteligente e estratégica. Seja para expandir operações, contratar novos talentos ou lançar um produto inovador, a capacidade de prever retornos, custos e prazos é fundamental. Sem essa clareza, o investimento se transforma em um jogo de azar, onde o risco de perder tudo é enormemente ampliado. A previsibilidade, portanto, atrai capital, fomenta a inovação e permite que as empresas cresçam de forma sustentável, gerando empregos e movimentando a economia.</p>



<p>Além disso, um ambiente previsível é a chave para um planejamento eficaz, afinal as empresas precisam traçar metas, definir orçamentos e estabelecer cronogramas. Sem a estabilidade fornecida pela previsibilidade, esses planos viram frágeis castelos de areia, destruídos pela primeira onda de imprevistos.</p>



<p>O desperdício de tempo e dinheiro é uma consequência direta da imprevisibilidade. Projetos são abandonados, estoques ficam obsoletos, e horas de trabalho são perdidas tentando se adaptar a mudanças bruscas de regras ou condições de mercado. Em contrapartida, com regras claras e um horizonte estável, as empresas podem operar com eficiência, otimizando processos e focando seus esforços no que realmente importa: atender bem seus clientes e crescer.</p>



<p>A segurança jurídica é outro pilar fundamental proporcionado pela previsibilidade. Empresários precisam saber que os contratos que assinam serão respeitados, que as leis não mudarão de forma abrupta e retroativa, e que suas empresas, tecnologias e investimentos estão protegidos. Essa certeza é o que permite que negócios de longo prazo floresçam. A insegurança jurídica, por outro lado, afasta investidores, nacionais e estrangeiros, e paralisa a iniciativa privada.</p>



<p>Quem se arriscaria a construir uma fábrica ou desenvolver uma tecnologia se não houver garantias de que o marco legal de hoje será o mesmo de amanhã? Agora imaginem um ambiente inovador e tecnológico como o mercado de insumos agrícolas ou pecuários, onde a cada dia surgem novas moléculas que melhoram a vida do produtor no campo, e tornam a produção mais eficiente e rentável. E é aqui que o papel do Estado se torna crucial.</p>



<p>Significa que mudanças na legislação, especialmente no ambiente regulatório, devem ser discutidas amplamente com a sociedade e implementadas de forma gradual, dando tempo para que as empresas se adaptem. O Estado deve atuar como um facilitador, um garantidor da ordem e da estabilidade, e não como uma fonte de surpresas desagradáveis e onerosas.</p>



<p>Cabe ao poder público, em suas diversas esferas, garantir essa previsibilidade tão necessária. Isso significa estabelecer regras claras, consistentes, duradouras, e principalmente, prazos claros, somente assim o Brasil deixará de ser um país tão imprevisível, caro e lento.</p>



<p>*Luciano Vacari é gestor de agronegócios e CEO da NeoAgro Consultoria</p>
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		<title>A guerra é outra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciano Vacari]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 14:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[capa]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Vacari]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação entre Estados Unidos e China sempre foi um dos eixos centrais da economia global, mas no último ano entramos num novo capítulo fascinante e complexo: a guerra comercial. O que começou com tarifas pontuais, transformou-se numa disputa estratégica pela liderança tecnológica mundial, onde as duas maiores potências econômicas do planeta travam uma batalha&#8230;&#160;<a href="https://neoagroconsultoria.com.br/a-guerra-e-outra/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">A guerra é outra</span></a></p>
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<p>A relação entre Estados Unidos e China sempre foi um dos eixos centrais da economia global, mas no último ano entramos num novo capítulo fascinante e complexo: a guerra comercial. O que começou com tarifas pontuais, transformou-se numa disputa estratégica pela liderança tecnológica mundial, onde as duas maiores potências econômicas do planeta travam uma batalha silenciosa, mas intensa, que redefine cadeias de produção, mercados consumidores e alianças internacionais. E é justamente neste cenário de tensões e realinhamentos que o Brasil surge com oportunidades únicas que podem transformar nosso futuro.</p>



<p>E no centro deste novo capítulo está a produção de tecnologia. Os Estados Unidos, berço do Vale do Silício e de gigantes como Apple e Google, buscam proteger sua vantagem inovadora e a segurança nacional, restringindo a transferência de conhecimento para a China. Por outro lado, a China, que já deixou para trás o rótulo de fábrica do mundo para se tornar uma potência em inteligência artificial, 5G e biotecnologia, investe pesado para alcançar a autossuficiência tecnológica. Esta disputa cria ondas de impacto por todo o globo, afetando desde o preço dos componentes eletrônicos até a forma como nos conectamos.</p>



<p>Paralelamente, o imenso mercado consumidor de ambos os países sofre transformações, já que as tarifas encarecem os produtos, levando empresas a buscarem fornecedores alternativos e os consumidores a repensarem seus hábitos. Enquanto isso, a necessidade de alimentar suas populações mantém os dois gigantes como os maiores importadores de grãos do mundo.</p>



<p>E aqui reside uma das mais brilhantes oportunidades para o Brasil. Somos um dos poucos países com capacidade comprovada para aumentar a produção agrícola de forma sustentável, fornecendo soja, milho e proteína animal para abastecer tanto o mercado chinês quanto o norte-americano, e esta posição privilegiada vai além da simples exportação de commodities.</p>



<p>A guerra comercial acelera a necessidade de diversificação das cadeias de suprimentos globais. Muitas empresas estão buscando operar em países neutros e estáveis para evitar os riscos das tarifas. O Brasil, com seu setor agroindustrial desenvolvido, seu potencial energético renovável e uma indústria que pode se beneficiar de investimentos em tecnologia, apresenta-se como um parceiro confiável e estratégico e de longo prazo, mas para aproveitar esta janela de oportunidade, precisamos de uma estratégia clara.</p>



<p>Em primeiro lugar, fortalecer nossa diplomacia econômica, mantendo relações positivas com ambos os lados, sem nos alinharmos automaticamente a nenhum dos blocos. Em segundo, investir em infraestrutura logística e em inovação no agronegócio, garantindo que nossa produção seja não apenas abundante, mas também eficiente e de alta qualidade. E finalmente, precisamos atrair investimentos que modernizem nossa indústria, permitindo-nos participar de cadeias de valor mais complexas, indo além da exportação de matérias-primas, o segredo é verticalizar.</p>



<p>O novo capítulo da guerra comercial entre Estados Unidos e China não é apenas uma disputa entre dois gigantes. É um convite para que o Brasil ocupe um lugar de maior relevância no tabuleiro global.</p>



<p>Com uma agricultura pujante, um mercado interno em crescimento e uma posição geopolítica equilibrada, temos todos os ingredientes para transformar este momento de incerteza internacional numa alavanca para nosso desenvolvimento. O desafio é grande, mas a oportunidade é histórica, e pode ser única.</p>



<p>*Luciano Vacari é gestor de agronegócios e CEO da NeoAgro Consultoria</p>
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		<title>Se fazer entender</title>
		<link>https://neoagroconsultoria.com.br/se-fazer-entender/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciano Vacari]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Oct 2025 15:33:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Luciano Vacari]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagina a seguinte cena: um especialista do agronegócio, cheio de dados brilhantes sobre produtividade, rastreabilidade e sustentabilidade. Sua apresentação é impecável, os gráficos saltam da tela, mas com um pequeno detalhe: do outro lado está a Dona Maria, que por acaso estava trabalhando no local da palestra, e ficou no cantinho vendo a apresentação. A&#8230;&#160;<a href="https://neoagroconsultoria.com.br/se-fazer-entender/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Se fazer entender</span></a></p>
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<p>Imagina a seguinte cena: um especialista do agronegócio, cheio de dados brilhantes sobre produtividade, rastreabilidade e sustentabilidade. Sua apresentação é impecável, os gráficos saltam da tela, mas com um pequeno detalhe: do outro lado está a Dona Maria, que por acaso estava trabalhando no local da palestra, e ficou no cantinho vendo a apresentação. A Dona Maria não entendeu absolutamente nada. Ela quer saber se o tomate é docinho, se a alface está fresca, se a carne é macia.</p>



<p>Esse é o maior desafio no agro hoje, a comunicação!</p>



<p>Falamos tanto em fora da porteira, furar a bolha, em levar a mensagem além das cercas das propriedades. Mas de que adianta falar se quem ouve não entende? É como tentar explicar astrofísica usando equações diferenciais para uma criança de cinco anos. A intenção é boa, o resultado é nulo. A comunicação se torna uma ferramenta importante apenas quando é, de fato, uma via de mão dupla, com a mensagem chegando intacta e sendo compreendida.</p>



<p>O grande erro, e um muito comum, é pregar para o convertido. Ficamos confortáveis falando com nossos pares, usando jargões como ILP, agricultura de precisão ou barreira fitossanitária. É uma conversa gostosa, fluida, onde todos se entendem com um piscar de olhos. O problema é que isso não expande nosso alcance. Não conquistamos novos corações e mentes. É um clube fechado onde todos se conhecem e já concordam entre si.</p>



<p>Mas existe uma situação pior do que pregar para convertidos: é pregar para surdos. A mensagem bate e volta. E aí mora o perigo, porque no vácuo da informação, nascem os mitos, as&nbsp;<em>fake news</em>&nbsp;e os preconceitos contra o setor.</p>



<p>O desafio central, portanto, é fazer a Dona Maria entender. Ela é a peça-chave. Ela representa o consumidor final, a sociedade urbana. Como fazer ela compreender a complexidade do modelo produtivo brasileiro? Como explicar que a dor do produtor não é só o preço da&nbsp;<em>commodity</em>, mas é a logística, o clima, a burocracia?</p>



<p>A resposta está numa palavra simples: adaptação. Adequar a linguagem ao público é a chave mestra. Em vez de suinocultura tecnificada com bem-estar animal, que tal &#8220;a gente cuida dos porquinhos com muito carinho e conforto para a carne ficar ainda melhor&#8221;? Em vez de grãos com alto potencial genético, que tal &#8220;sementes especiais que fazem a comida render mais no prato&#8221;?</p>



<p>Trata-se de contar histórias. Mostrar o rosto por trás do alimento. Explicar que a qualidade do produto está diretamente ligada ao cuidado na propriedade. Falar do potencial do agro brasileiro não com números de exportação, mas com o sabor da fruta, o cheiro do pão fresco com nosso trigo, a maciez do churrasco no final de semana.</p>



<p>Quando conseguirmos traduzir a realidade do campo para a linguagem da cidade, as Donas Maria vão entender que existe muito trabalho, suor e dedicação naquele alimento, e mais, vai valorizar tanto o produto quanto o produtor. É a comunicação fazendo seu papel, levar a informação, as narrativas e as histórias de quem conta, de maneira que quem as ouve se imagina no lugar onde tudo aconteceu.&nbsp;</p>



<p>*Luciano Vacari é gestor de agronegócios e CEO da NeoAgro Consultoria.</p>
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		<title>Controle, transparência e confiabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciano Vacari]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 14:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Luciano Vacari]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Nacional de Rastreabilidade de Agrotóxicos – PNRA representa um marco fundamental na evolução do controle e da transparência na produção, transporte e no uso de defensivos agrícolas no Brasil. Criado pela PORTARIA MAPA nº 805 de 09 de junho de 2025, o PNRA tem a finalidade de promover a rastreabilidade de produtos agrotóxicos&#8230;&#160;<a href="https://neoagroconsultoria.com.br/controle-transparencia-e-confiabilidade/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Controle, transparência e confiabilidade</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Programa Nacional de Rastreabilidade de Agrotóxicos – PNRA representa um marco fundamental na evolução do controle e da transparência na produção, transporte e no uso de defensivos agrícolas no Brasil. Criado pela PORTARIA MAPA nº 805 de 09 de junho de 2025, o PNRA tem a finalidade de promover a rastreabilidade de produtos agrotóxicos e afins em toda a sua cadeia produtiva, assegurando a qualidade e a confiabilidade dos produtos ao longo de toda a cadeia produtiva.</p>



<p>Neste contexto, a rastreabilidade de insumos é o processo que permite acompanhar a história, a produção, a distribuição e destino final de um agrotóxico, desde a sua fabricação até o ponto de venda final ou de uso pelo produtor rural, e essa capacidade de rastrear é crucial para a garantia da qualidade e segurança de todo o processo produtivo.</p>



<p>Quando um insumo é devidamente rastreado, é possível verificar, utilizando de uma tecnologia simples e barata, a origem, número do lote, data de fabricação e validade por exemplo, assegurando que se trata de um produto registrado e dentro dos padrões exigidos pelas autoridades regulatórias. Isso confere uma confiabilidade intrínseca ao produto, pois o agricultor tem a certeza de estar utilizando um item legal e eficaz.</p>



<p>A segurança do usuário – seja o agricultor no campo, o trabalhador envolvido na aplicação ou o consumidor final – é o pilar mais importante do programa. Ao controlar a origem, a distribuição e o destino final dos agrotóxicos, reduz-se drasticamente o risco de exposição a produtos adulterados, contrabandeados ou falsificados, que podem apresentar perigos imensos à saúde humana e ao meio ambiente. A rastreabilidade permite ações de recall mais ágeis e precisas em caso de identificação de não conformidades, protegendo a população e preservando a imagem do setor agrícola.</p>



<p>Porém, existe um erro conceitual na Portaria do MAPA, o uso da tecnologia! Ao limitar ao uso da tecnologia IFR, o governo federal encarece o processo, limita a escolha dos fabricantes, e pior, inviabiliza o programa.</p>



<p>Uma das ferramentas mais eficientes que devem ser adotadas pelo programa é a utilização do QR Code nas embalagens. Esse código de barras bidimensional e que pode ser facilmente lido pela câmera de um smartphone, tornou-se a porta de entrada para um vasto conjunto de informações importantes para o processo de rastreabilidade. Ao escanear o código, o agricultor, o fiscal ou mesmo o distribuidor tem acesso imediato a dados essenciais, tais como: número de registro do produto no MAPA, composição, culturas para as quais é indicado, dosagens recomendadas, instruções de uso, equipamentos de proteção individual (EPI) necessários e o prazo de carência – intervalo de segurança entre a última aplicação e a colheita.</p>



<p>Essas informações são vitais para assegurar a aplicação correta e segura do defensivo, prevenindo resíduos acima dos Limites Máximos de Resíduos (LMR) permitidos nos alimentos. Para os órgãos de fiscalização, o QR Code agiliza a verificação da legalidade do produto em campo, combatendo o mercado ilegal. A coleta e a disponibilização desses dados são obrigações dos fabricantes e importadores, que devem alimentar um sistema integrado de controle.</p>



<p>A implementação da rastreabilidade fortalece toda a cadeia. O varejo e os canais de distribuição passam a trabalhar com produtos de origem conhecida e garantida. O produtor rural ganha em assistência técnica e em segurança jurídica, podendo comprovar a origem dos insumos utilizados em sua propriedade. Por fim, e não menos importante, ganha o consumidor, que tem a certeza de que está consumindo um alimento que foi produzido seguindo os mais rigorosos critérios de boas práticas de produção e fabricação.</p>



<p>É o setor público levando controle, transparência e confiabilidade para o usuário, e voltando atrás quando necessário. Aliás, como deve ser.</p>



<p>*Luciano Vacari é gestor de agronegócios e CEO da NeoAgro Consultoria</p>
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